A pior escola estadual de Goiás, está localizada em Formosa-Go, aponta pesquisa.
Em uma pesquisa feita em todo estado de Goiás, apontou que a pior escola está no município de Formosa-Go.
Colégio Estadual Arthur Ribeiro de Magalhães Filho, localizado na zona rural de Formosa. (Foto: Reprodução/Facebook)
Os cinco piores colégios de Goiás são da rede estadual de Educação, segundo dados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024
O levantamento feito pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela aplicação da prova, mostra que duas são localizadas no Sul goiano, outras duas ficam no Leste do estado, e uma está na região Norte.
Ao todo, 863 instituições foram computadas em Goiás. Veja a seguir:
1 – Colégio Estadual Arthur Ribeiro de Magalhães Filho
De todas as instituições escolares de Ensino Médio em Goiás, a que registrou o pior desempenho no Enem 2024 foi o Colégio Estadual Arthur Ribeiro de Magalhães Filho, localizado na zona rural de Formosa.
Na última edição, o colégio teve 14 alunos prestando o exame. A menor nota registrada por eles foi na área de Ciências Humanas, com 422,43 pontos, seguida por Matemática, com 430,29 pontos.
A média geral foi de 434,30 – o suficiente para conseguir vagas em cursos como Administração, Ciências Biológicas e Geografia em instituições públicas menos concorridas no Sistema de Seleção Unificada (Sisu).
2 – Colégio Estadual Quilombola Kalunga Professor José Cabral de Araújo
Localizado na zona rural de Cavalcante, o Colégio Estadual Quilombola Kalunga Professor José Cabral de Araújo foi quem ficou na penúltima posição em Goiás. Os 28 alunos que prestaram o Enem 2024 alcançaram a média geral de 439,75.
Em comparação com a instituição anterior, a nota passa a permitir o ingresso nas graduações de Ciências Sociais, História e Zootecnia. As áreas mais desfavorecidas foram, novamente, Ciências Humanas (426,76) e Matemática (428,93).
Apesar da classificação como 2ª pior escola, o colégio já teve um estudante aceito na 6ª melhor universidade dos Estados Unidos. Jean Pereira dos Santos conseguiu bolsa integral para cursar Políticas Públicas e Educação em 2025.
3 – Escola Estadual Washington Barros França
A Escola Estadual Washington Barros França, situada na zona urbana de Jataí, é quem assume a 861ª posição em Goiás. Em 2024, foram 32 estudantes prestando o Enem, com uma média geral de 442,31.
Quanto aos cadernos com piores classificações, Ciências Humanas volta a aparecer, desta vez com 428,96 pontos. Ciências da Natureza, no entanto, quebra a tendência formada pelos outros dois colégios, e registra 428,57 pontos.
4 – Centro de Ensino em Período Integral Raimundo Rocha Ribeiro
O Centro de Ensino em Período Integral (CEPI) Raimundo Rocha Ribeiro, localizado na zona urbana de Iaciara, figura como a 860ª escola de Goiás quanto às notas do Enem.
Na última edição do exame, 18 alunos foram avaliados. Eles alcançaram a média geral de 443,02 – nota que permite, além dos cursos já mencionados, ingressar em Educação Física.
As piores notas, assim como a instituição anterior, ficam a cargo dos cadernos de Ciências Humanas (417,83) e Ciências da Natureza (434,89).
5 – Escola Estadual Arquilino Alves de Brito
Situada na zona urbana de Mineiros, a Escola Estadual Arquilino Alves de Brito fecha o “ranking reverso”, classificada como a 5ª pior instituição escolar de Goiás. Na posição geral, fica como a 859ª melhor.
No ano passado, 11 estudantes prestaram o Enem, conquistando a média geral de 443,59. Os cadernos do exame que se destacam voltam a ser Ciências Humanas, com 433,41 pontos, e Ciências da Natureza, com 407,68.
FONTE : PORTA 6/LANCE GOIÁS
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